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Novo Modelo de Negócio

Fabricante de autopeças usinadas, a Rudolph acredita ter encontrado a fórmula para fomentar os negócios mesmo no contexto de retração do segmento, que sofre com a falta de competitividade da produção nacional. A empresa investe para reformular a relação com os parceiros. "Este será um ano de transformação. Para superar esta fase, teremos de entrar na intimidade de nossos Clientes, alternando o modelo de negócio de transacional para relacional", explica Wolfgang Rudolph, presidente da organização.
A fabricante trabalha para promover avanços pontuais em seus processos, com a inclusão de novas máquinas e ferramentas capazes de agilizar a produção e aumentar a qualidade dos produtos. Eliminar desperdícios e aumentar o uso de materias mais leves, duráveis e eficientes são outras medidas para sobreviver ao que o executivo chama de "seleção natural" em curso no setor.
Segundo ele, o processo reflete o aumento do nível de exigência dos Clientes e deverá fazer com que muitas empresas pequenas e médias fechem as portas. "O novo regime automotivo contribuirá diretamente para esta transformação", acredita. Para o Presidente, no entanto, ações como essas não resolvem problemas estruturais e servem apenas como alento em momentos de crise.
Rudolph aponta que as medidas com inclinação protecionista da nova legislação podem gerar certa acomodação. "Precisamos resolver o problema na base. Para que o país consiga atingir os níveis tecnológicos e de competitividade, são necessários 30 anos de investimentos ininterruptos em educação".
Apesar de não concordar com boa parte do conteúdo do novo regime, o presidente da companhia admite que colherá frutos da política. O retorno deve vir lentamente, apenas a partir de meados de 2014. "Os negócios em Usinados acontecem de maneira diferente. Do fechamento do contrato até o início do fornecimento são necessários cerca de 18 meses", calcula.
PARA CRESCER:
Para este ano, ainda sem reflexos da nova política, o executivo aponta que a ociosidade nas fábricas de usinados está em torno de 30%. Sem poder esperar, Rudolph sustenta a busca constante por novos Clientes e outras oportunidades dentro dos que já atende.
Para isso, mantém investimentos que, neste ano, deverão representar 7% da receita líquida, projetada em R$ 55 milhões, 12% inferior ao consolidado em 2011. Boa parte do aporte será aplicada em novas máquinas e no fortalecimento do time. "É fundamental permanecer no topo da profissionalização. Caso contrário será difícil sobreviver", conclui.

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